sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

A MULHER NA FAMÍLIA, NA IGREJA E NA SOCIEDADE


O dia 8 de março é o Dia Internacional da Mulher.
Neste dia, 8 de março de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de uma jornada de trabalho de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o dia 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher". De então para cá o movimento a favor da emancipação da mulher tem tomado forma, tanto em Portugal como no resto do mundo.
Uma circunstância que deve ser comemorada, relembrando todas aquelas mulheres que, ao longo dos séculos, deram a vida para defender a vida e procurar, com unhas e dentes, os próprios direitos.
A Bíblia e todas as religiões estão cheias de mulheres corajosas, destemidas, que assumiram a própria existência como missão não só de gerar a vida, mas de defender, cuidar, amar a vida gerada.
Aliás, não há como não sermos todos nós devedores às mulheres por ter-nos trazido durante uma gestação inteira no seio e tendo depois cuidado de nós com carinho, amamentando-nos e ensinando-nos os primeiros passos na terra e na vida. A missão da mulher é tão grande que Deus, na sua infinita sabedoria e poder não dispensou a ajuda da sua própria criação, a mulher para enviar seu filho Jesus entre nós.
Mulheres não podem destruir a vida porque ela nasceu e foi dotada de instinto materno para defender a vida plenamente. Por isso, acredito que “toda mãe passa direto pela porta do paraíso e vai para o céu”. A cada mãe que entra no céu, Deus acolhe-a com festa, com música, por ser uma cooperadora direta na obra da criação.
Mulheres, como temos agido diante desta grande verdade e revelação de Deus?Não é dia das mulheres ruins, é o dia das mulheres boas. E quem sabe as mulheres ruins se sentindo amadas, se transformem em mulheres boas. Uma coisa é certa: as mulheres têm a chave do coração do homem. Elas podem, com bondade, amor e paciência, transformar o mundo e colocar muito amor e ternura no coração da humanidade.
Mulheres esta é a nossa missão e responsabilidade na família, na Igreja e na sociedade com a formação religiosa, moral, econômica, social e psicológica a nós confiada por Deus.
"De coração te busquei, não me deixes fugir dos teus mandamentos. Guardo a tua palavra no meu coração, para não pecar contra ti. (Sl. 119:10-11).
Assim, a Família representa uma das áreas que mais precisa da nossa atenção: a Igreja é um lugar de serviço e de oração, por isso não desperdicemos nossos dons e talentos. Coloquemo-los a serviço do Senhor, por meio de nossos irmãos, em nossas famílias, nas comunidades e no trabalho. A Igreja e a Sociedade pretendem juntas chamar a atenção para o papel e a dignidade da mulher e levar a uma tomada de consciência do valor da pessoa, criada a imagem e semelhança de Deus, perceber o seu papel na sociedade, contestar e rever preconceitos e limitações que vêm sendo impostos à mulher. Uma sociedade destituída de valores precisa de homens e mulheres, pai e mãe, filhos e filhas tementes e amantes a Deus na certeza de que “Eu e minha Família serviremos ao Senhor”.
Parabéns Mulheres pelo seu, meu, nosso Dia.
Elma Lopes Guidine – Comunidade Menino Jesus

O VALOR DE UMA MULHER!


Elma Guidine

Elas sorriem quando querem gritar.Elas cantam quando querem chorar.Elas choram quando estão felizes.E riem quando estão nervosas.
Elas brigam por aquilo que acreditam.Elas levantam-se para injustiça.Elas não levam "não" como respostaQuando acreditam que existe melhor solução.
Elas andam sem novos sapatos para suascrianças poder tê-los.Elas vão ao médico com uma amiga assustada.Elas amam incondicionalmente.Elas choram quando suas crianças adoeceme se alegram quando suas criançasganham prêmios.Elas ficam contentes quando ouvem sobreum aniversário ou um novo casamento.Seus corações quebram quandouma amiga morre.Elas lamentam-se com a perda de ummembro da famíliacontudo são fortes quando elas pensamque não há mais força.
Elas sabem que um abraço e um beijopodem curar um coração quebrado.Existem mulheres de todos os tamanhos,todas as cores e formas.Elas irão dirigir, voar, andar, correr oulhe mandar um emailpara mostrar o quanto elasse importam com você.
O coração de uma mulher é o quefaz o mundo girar!Mulheres fazem mais do que dar a vida.Elas trazem alegria e esperança.Elas dão compaixão e ideais.Elas dão apoio moral para sua família e amigos.Mulheres têm muito a dizer e muito a doar.
Autor desconhecido
Elma Lopes Guidine
Comunidade Menino Jesus.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

PALAVRA DO PAPA - Que os cristãos respondam ao mal com a verdade e o amor


Rádio Vaticano
O Papa Bento XVI, durante a oração do Ângelus de 26 de dezembro de 2008, destacou o primeiro mártir da Igreja, indicando Estêvão como modelo de todos os cristãos. "Um jovem cheio de fé e de Espírito Santo como no-lo descrevem os Atos dos Apóstolos, o qual, juntamente com outros seis, foi ordenado diácono na primeira comunidade de Jerusalém e que por causa da sua pregação ardente e corajosa foi preso e lapidado", disse o Papa.
O Santo Padre recordou "quanto o martírio de Estêvão tocou o futuro Apóstolo dos Gentios, Paulo, tanto que depois ficou claro que precisamente o testemunho de Estêvão foi decisivo para a sua conversão".
“De fato foi pouco tempo depois do martírio de Estêvão que Saulo, sempre levado pelo zelo contra os cristãos, se deslocou a Damasco para prender aqueles que ali teria encontrado”. E quando se aproximava da cidade, aconteceu a sua fulguração, aquela experiência singular na qual Jesus ressuscitado lhe apareceu, lhe falou e lhe mudou a vida. Quando Saulo, que caíra por terra, ouviu chamar o seu nome por uma voz misteriosa e perguntou: Quem sois Senhor, ouviu a resposta: Eu sou Jesus que tu persegues. Saulo perseguia a Igreja e tinha colaborado também na lapidação de Estêvão: tinha-o visto morrer apedrejado e, sobretudo tinha visto a maneira como Estêvão morrera: em tudo como Cristo, isto é rezando e perdoando aqueles que o mataram, recordou Bento XVI.
A concluir, Bento XVI salientou que "em Santo Estêvão vemos realizar-se os primeiros frutos da salvação que o Natal de Cristo trouxe à humanidade: a vitória da vida sobre a morte, do amor sobre o ódio, da luz da verdade sobre as trevas da mentira".
Depois da recitação do Ângelus, o Santo Padre disse, "que nesta atmosfera natalícia se adverte mais forte a preocupação por todos aqueles que se encontram em situações de sofrimento e de grave dificuldade".
E declarou: "O meu pensamento vai entre outros às duas consagradas italianas: Maria Tresa Olivero e Catarina Giraudo, pertencentes ao Movimento contemplativo missionário Padre de Foucauld, seqüestradas, há mais de um mês e meio, juntamente com um grupo de seus colaboradores locais, na aldeia de El Waq a norte do Quênia. Desejaria que neste momento sentissem a solidariedade do Papa e da Igreja inteira. O Senhor que nascendo veio trazer-nos o dom do seu amor, toque os corações dos raptores e permita quanto antes que estas nossas irmãs sejam libertadas para poderem retomar o seu serviço desinteressado aos irmãos mais pobres".
Por isso, queridos irmãos e irmãs, convido-vos a rezar, sem esquecer os numerosos seqüestros de pessoas noutras partes do mundo, dos quais nem sempre se possuem noticias claras: penso nas pessoas seqüestradas, tanto por motivos políticos como por outros motivos na América Latina, no Médio Oriente, na África. A nossa oração solidária seja neste momento para eles todos de ajuda intima e espiritual.
Bento XVI pediu aos cristãos que "não respondam ao mal com o mal mas com a força da verdade e do amor".

CATEQUESE, CAMINHO PARA O DISCIPULADO

Estamos iniciando mais uma longa jornada...
Ano novo, novos coordenadores, novos companheiros e companheiras para a caminhada, novos catequizandos, novas esperanças, novos projetos, novos sonhos... Mas a missão continua a mesma: fazer ecoar pelos cantos, em todos os ouvidos e corações a palavra de Deus nosso Pai, os sábios ensinamentos da doutrina e do magistério de nossa Igreja.
Para quem chega e para quem continua um alerta: é um momento novo e único para todos nós termos a oportunidade de procurar fazer um pouco melhor, de sermos mais comprometidos, mais competentes e mais audaciosos. Podemos e devemos ir um pouco além do que pensávamos ser capazes de ir, fazer um pouquinho mais do que já fizemos...
E na soma de nossas forças, de nossa fé, de nossa união, juntos, Igreja, catequistas e famílias, contribuir com a formação e a educação da fé de nossos catequizandos ao longo deste ano.
Assim disse o catequista dos catequistas: “Vão e façam com que todos os povos se tornem meus discípulos, ensinando-os a observar tudo o que ordenei a vocês. Eis que eu estarei com vocês todos os dias, até o fim do mundo” (Mt 28, 19a.20).
Atenção catequistas: Conforme decisão da Assembléia Paroquial da Catequese do ano passado, este ano o planejamento mensal, que começa no primeiro domingo de março, será na parte da manhã de 8h as 11h30.
Para facilitar, os Setores 3 e 4 estão organizando o Expresso da Catequese, aguardem.

Vanderley da Cruz – Comunidade São Pedro

EDITORIAL DE FEVEREIRO – 2009

Estamos vivendo as Santas Missões Populares em nossa paróquia. Várias reuniões já aconteceram com o objetivo de organizá-las e ainda faltam muitas coisas a serem organizadas, mas Deus está nos abençoando e nos inspirando a cada dia. Afinal de contas, a obra é Dele, somos apenas operários, instrumentos Dele nessa obra. Ele quer precisar de nós.
Acredito que as Santas Missões Populares vão ser, para todos nós, um momento muito importante. É o próprio Deus quem nos visita, nos abraça e nos envia, para que possamos, também, visitar, abraçar aos nossos irmãos de fé e aqueles que não têm fé ou esta se encontra enfraquecida. Será um momento forte de evangelização em mutirão. Será a hora de todos nós reassumirmos nossa vocação cristã-missionária, pois todos os batizados são missionários.
Atualmente enfrentamos muitos desafios que merecem ser analisados por nós: somos uma Igreja que perde “fiéis” de muitas maneiras. A maioria dos católicos não são “pessoas convertidas” ao Evangelho, não conhecem sua fé, não vivem sólidas convicções, são passivos e submissos. Há pouca conscientização sobre o dever de sermos todos evangelizadores.
Existem muitos outros desafios, mas esses são suficientes para que possamos abrir nossa mente para uma reflexão séria e sincera a respeito de nosso agir cristão neste chão. E é exatamente o chão em que pisamos que é terra de missão. Nossa família é terra de missão. Nossa comunidade é terra de missão. Nossas paróquias, nossas dioceses são terra de missão.
Então, diante dos desafios que nos cercam, vem a pergunta: o que e como fazer para que os batizados recuperem a fé, o sentido de pertença à Igreja, o fervor e a capacidade de fazer missão? Deixemos o Espírito Santo, protagonista da missão, invadir nossa vida. E que a exemplo de Maria, possamos subir as montanhas e visitar as várias Isabéis que necessitam de nossa presença amiga e solidária.
Pe. Geraldo Reis.

CONHECENDO NOSSA PARÓQUIA - Comunidade Esperança em Cristo – bairro Ferroviários


A Igreja da Comunidade Esperança em Cristo, no Bairro Ferroviários, foi idealizada pelo incansável esforço de pessoas da comunidade, engajadas com o forte propósito de edificar uma construção em que pudessem se reunir dignamente e realizar suas orações que outrora eram feitas nas casas e garagens das pessoas ali residentes, como também na pracinha ou na rua do bairro. Durante esse período, era improvisado um altar e, a cada celebração, buscava-se o santíssimo nas comunidades vizinhas.
As primeiras pessoas de que se tem relato, determinadas a erguer a construção, foram Juvenal Manoel Simplício e Benedito Bandeira, que não mais residem no bairro. Eles foram os propulsores da realização deste ideal. Nesta época, década de 70, a Usiminas doou a área para a edificação, mas em virtude das dificuldades financeiras, a obra não foi iniciada no prazo previsto, o que fez com que o terreno fosse resgatado pela doadora. Em 1990, Pe. Ernesto de Freitas Barcelos, Pe. José Miranda e o Bispo Dom Lélis Lara pediram, novamente, a doação do mesmo terreno à Usiminas, mas não tiveram sucesso.
Com a ajuda de José Irias Fernandes, conhecido no bairro como Tio Zé, a comunidade conseguiu a doação de um lote junto a Companhia Vale do Rio Doce, em 1995. Ele também esteve à frente das obras até a conclusão da construção, como administrador e mão de obra ativa. Jair Arruda, Luiza, Toninha, Francisco e Geni, Miltinho e muitos outros são pessoas consideradas pioneiras nesta causa e que contribuiu para sua realização.

O que é PASCOM? 2ª parte

A Pascom, Pastoral da Comunicação, é a ação organizada em diversos níveis (comunidade, paróquia, diocese), para promover a comunicação interna da Igreja como um todo, e trabalhar a comunicação externa, com a sociedade, utilizando os diversos Meios de Comunicação Social (MCS).

Como age
A Pascom tem desenvolvido uma série de ações para despertar e conscientizar a Diocese para a importância da comunicação eficiente dentro e fora da Igreja, utilizando os meios de comunicação social.
Internamente, procura promover a comunicação entre as várias pastorais, movimentos, serviços. No âmbito externo, mantém contato com os vários meios de comunicação para informá-los sobre notícias e assuntos referentes à Igreja.
A Pascom busca proporcionar meios para que a comunicação interna seja eficiente. Além disso, tem a função de capacitar agentes pastorais e movimentos para atuarem junto aos meios de comunicação social (MCS), entendidos como importantes canais para levar a boa nova de Jesus Cristo quando bem utilizados.
Intensificar a formação do senso crítico a respeito dos MCS também é um dos objetivos dessa pastoral, que quer colaborar na construção de uma comunicação em favor da cidadania e da solidariedade.

Ricardo Caricati

Informe-se, conscientize-se, evangelize pela comunicação. Venha participar da Pascom. Reunião: toda terceira quarta-feira do mês às 19h30, no Centro Pastoral Pe. Miranda.
Equipe Pascom PNSA

Dia 11 de fevereiro - Nossa Senhora de Lourdes (França, 1858)


Em Lourdes, na gruta de Massabielle, Nossa Senhora apareceu dezoito vezes a Santa Bernardete, então menina de 14 anos. Na última das aparições, a Virgem se identificou: "Eu sou a Imaculada Conceição". Com essas palavras, confirmava o ato solene pelo qual o Papa Pio IX, quatro anos antes, proclamara a Conceição Imaculada da Santa Mãe de Deus. Até nossos dias, curas e milagres prodigiosos ocorrem no local, que é procurado por peregrinos do mundo inteiro.

Dia 18 de fevereiro - Santa Bernardete Soubirous, Virgem (+ Nevers, França, 1879)



Era extremamente pobre e ignorante a menina a quem Nossa Senhora de Lourdes apareceu, naquele ano de 1858. Mas possuía uma grande candura de alma, que parece ter encantado a Mãe de Deus. Esta lhe recomendou repetidas vezes que fizesse penitência pelos pecadores e prometeu fazê-la muito feliz, não neste mundo, mas no outro. Assim aconteceu. Perseguida e sempre doente, Santa Bernardete ingressou num convento em Nevers e após sofrimentos pungentes faleceu aos 35 anos de idade.

AFINAL, O QUE SÃO SANTAS MISSÕES POPULARES?

Podemos afirmar que nossa paróquia está em clima de Santas Missões Populares, SMP. Ouve-se falar delas no momento dos “avisos”, além disso, já foi tema de matéria no Boletim Informativo do mês passado... Mas, afinal, o que elas significam?As Santas Missões Populares são um “mutirão de evangelização”, visando a renovar a vida das pessoas, das comunidades e da sociedade.
Antigamente, elas funcionavam de maneira diferente, com a presença de “missionários” de fora, pregações, procissões e “desobrigas”. Hoje, equipes são formadas na própria paróquia, e as atividades, que incluem visitas, diálogos e encontros, procuram fortalecer a comunhão e a vida fraterna.
As SMP consistem em um tempo especial de oração, de escuta, perdão, diálogo e reconciliação. Um tempo de graça, de vivência do amor, de anúncio do Evangelho. Um tempo de encontro: Deus visita o teu povo querido! E o povo recebe o abraço de Deus.
Somos convidados a ter os olhos fixos no Deus da vida (Hb12,1) para dar um passo a mais na articulação e organização das SMP em nossa paróquia. O trabalho não é restrito à equipe paroquial. O convite é para todos: é tempo de Missão! É tempo de valorizar o que é bom nas pessoas, nas pastorais, movimentos e serviço.

Significados
Missão. Palavra muito usada entre nós em missões militares, econômicas, políticas (a missão de pai ou de mãe...). De acordo com o dicionário Aurélio, é “encargo, incumbência”. Mas pode remeter, ainda, a outras palavras: envio, enviado, escolhido, apóstolo, plenipotenciário. São experiências tanto do antigo testamento como do novo.Assim como os discípulos de Emaús que abriram os olhos diante da fração do pão, também nós somos chamados a abrirmos os olhos diante dos sinais de Deus no tempo, e enxergarmos além daquilo que nos é familiar, além daquilo que é esperado ou conveniente. A Missão de anunciar o Evangelho é a razão para a Igreja existir.

Por que SMP em nossa paróquia?

1) Para descobrirmos e valorizarmos tudo o que há de bom nas pessoas e nas culturas;
2) Para ajudarmos as pessoas a darem um sentido autêntico a própria vida no aqui e no agora;
3) Para em nome do Deus da vida, convidarmos o povo para o grande mutirão em defesa da vida e da cidadania de todos;
4) Para fortalecermos, reinventarmos, fazermos crescer em qualidade e quantidade a caminhada das comunidades eclesiais;
5) Para aprendermos a vivermos juntos, em clima de entreajuda, na comunhão no pluralismo;
6) Para despertar nas pessoas o gosto pela missão.7) Para formarmos grupos de Infância, Adolescência e Juventude Missionária (IAJM).

MISSÕES QUEREM ENVOLVER A TODOS

Desde o início do ano de 2009, diversas atividades estão sendo organizadas para a realização de ações missionárias concretas no mês de outubro, durante a chamada “Semana Missionária”. Esse será o ponto alto das SMP, mas não é o único. Até lá, todos os paroquianos são chamados a se prepararem, participando das missas, encontros de formação, retiros, momentos celebrativos, reuniões, etc. Esses serão momentos importantes de formação, partilha, anúncio e oração. Nenhum conselho, movimento, grupo ou serviço, e nenhuma comunidade ou pastoral estão excluídos desse processo.
Para facilitar a articulação e envolvimento de todos, as comunidades foram organizadas em setores (ver quadro).

Missas e encontros
Os primeiros passos missionários serão as missas e encontros preparatórios. Cada setor vai realizar o seu, conforme agenda estabelecida pela paróquia (ver quadro). Todas as comunidades do setor participarão da missa e do encontro de formação. As inscrições para os encontros serão feitas nas comunidades de base.

Retiros
Acontecerão dois momentos de retiro. O primeiro nos dias 1°, 2 e 3 de maio, na paróquia Cristo Libertador, com o Pe. Luiz Mosconi (em âmbito diocesano). O segundo nos dias 18 e 19 de julho (local a confirmar), com chegada prevista para 15h do dia 18 de julho, sábado, e com início às 18h. O encerramento está previsto para 17h do dia 19 de julho, domingo.

Semana Missionária
O ponto alto das SMP vai ocorrer entre os dias 12 e 18 de outubro. No dia da Padroeira (12 de outubro), haverá uma missa de envio. Depois, durante todos os dias, as missões vão acontecer de modo concreto, de acordo com o que ficar planejado durante o período de preparação. No dia Mundial das Missões, 18 de outubro, será o encerramentoAté outubro, espera-se que vivamos um tempo de intensa preparação: estudo, oração, vivência da fé, partilha de experiências.

A MISSÃO NA BÍBLIA

A Missão é de Deus. O Pai envia o Filho e o Espírito Santo, que por sua vez envia outros homens e mulheres para cumprirem a missão. É Ele quem determina o que fazer, como fazer, com quem fazer, quando fazer. Nada é algo inventado pelos “enviados”. Jesus afirma: “vim fazer a vontade do Pai que me enviou”.
Não podemos inventar e, muito menos, reduzir ou trocar o projeto de Deus e suplantá-lo por projetos nossos. Temos que conhecer o que Deus quer. Muitos esforços pastorais talvez não levem em conta essa vontade de Deus, são projetos “nossos”.
Cheios de boas intenções, muitos empreendimentos e esforços viram “trabalhos inúteis” (como os fariseus, que percorrem o céu e a terra para fazer um prosélito, ou pagam o dízimo das plantinhas da horta, mas esquecem o principal: o amor e a misericórdia – Mt 23,23).
Qual é a vontade de Deus? O que Deus quer? O que quer que nós façamos? A Bíblia nos conta o que Deus fez e, assim sabemos o que Ele quer.
1º - Deus cria por amor
Deus ama tudo o que criou. Cria o homem e a mulher à sua imagem e semelhança, isto é: quer pessoas livres, capazes de amar; e lhes dá uma missão: crescei, multiplicai-vos e cultivai (com carinho e com cuidado) a terra.
2º - Deus quer filhos e filhas, colaboradores na sua tarefa
O que Deus quer é que nos assemelhemos com Ele. Jesus diz: “Sejam misericordiosos como o Pai é misericordioso” (Lc 6, 36). Não é algo puramente exterior ao homem senão o mais profundo: ser filhos e filhas. Deus não cria escravos, nem marionetes para se divertir, nem para fazer sofrer; nem quer castigar e mandar todos para o inferno. Deus cria amigos com quem dialoga e passeia “ao cair da brisa da tarde” (Gn 3,8). “Minha alegria é estar em companhia dos homens”.
3º - “Envia teu Espírito, Senhor, e renova a face da terra”
Deus quer renovar todas as coisas: um mundo novo, um homem novo e novos céus e nova terra. Pedro, com linguagem ainda muito forte, diz que Deus quer nos tornar: “participantes da natureza divina” (2Pd 1, 3-4). E João diz: Somos filhos e filhas de Deus.
O que Deus quer é a Vida do Povo. Que ele esteja unido, que se instaure o direito e a justiça, que haja paz, que não enganem nem oprimam os pobres, que a religião seja sincera, que haja ‘misericórdia e não sacrifício’...
Muitas vezes se pensou que Deus queria coisas estranhas, difíceis e sem relação com a vida diária. Mas, o que Deus quer é renovar a sua criação, sua “imagem e semelhança”: um “homem novo” e “novo céu e nova terra”; reatar os laços da convivência humana; instaurar a paz, no meio de conflitos e perseguições; derrubar os muros; reunir seus filhos e filhas.
4º - Haverá conflitos e perseguições
Desde o começo, surgem os conflitos de ciúmes, de soberba, de desobediência, de inveja, de competição e rejeição (Gn 3). O mal não foi querido por Deus, mas fruto da liberdade do homem. Criado para ser semelhança de Deus e imitá-lo no amor e na criação, o homem O invejou e quis competir com Ele, se deixou seduzir pelo mal e empreendeu uma vida afastada da amizade gratuita oferecida por Deus. Ficou sozinho, com desconfiança...
Não se pode esquecer a presença e o poder do mal nas suas diversas formas: dentro de cada um, na Comunidade e nas estruturas. Talvez o mais doloroso seja o mal dentro e potenciado pelas religiões.
Observando a nossa realidade: quais são os principais males que nós sofremos ou fazemos? Quais os males que estão presentes nas pessoas? Quais os principais males que atuam nas Comunidades? Quais os principais males que atingem nossa sociedade?
E não podemos esquecer: quais os principais males que estão atuando dentro da nossa igreja?
5º - Deus não renunciou ao seu projeto
Para isso, acompanha a humanidade ao longo da história e ajuda sempre os homens e mulheres para que descubram e percorram seus caminhos. Mostra isso ao fazer suas promessas. Deus não abandona nem os pecadores. É o amor fiel, o único que não falha e ajuda a todos. Muitas pessoas e muitas religiões sentem, vivem e celebram essa experiência da presença benfazeja de Deus na história.
6º - Povo escolhido para ser “Luz das Nações”
Deus não faz isso sozinho, nem de maneira mágica (sem colaboração humana).
Ele escolhe um povo e chama e envia pessoas para trabalhar nesse projeto: os profetas, os reis, os juízes, os sábios... Deus promete que enviará “pastores segundo o meu coração”, que cuidarão dos necessitados e excluídos.
A esperança maior fica para o Messias, quando Ele próprio vai pastorear o seu povo. Deus não age sozinho, mas por meio de seus enviados, aos que seduz e encanta com suas propostas; e anima e capacita para realizar a sua missão.
Escolhe pessoas totalmente dedicadas ao serviço do povo: vivem a vida do povo e se entregam ao seu serviço, para conseguir vida digna de um povo livre e fraterno.
Às vezes, a missão (a santidade) é apresentada como algo estranho à vida diária e o enviado, o escolhido, parece um ser estranho à vida dos homens. Pode até ser percebida erroneamente como uma missão de escravos, empregados ou meros executores, que nada sabem nem podem perguntar. Mas os enviados são pessoas livres, com suas qualidades, inteligência e coração, dons e carismas. Não é questão de obediência cega e sim um modo de serem amigos e irmãos de Jesus e por Ele chamados, preparados e ensinados e enviados (Mt 10). Sua tarefa altamente humanizante é justamente o que os fará livres, grandes aos olhos dos homens e aos de Deus. E por ela serão julgados (Mt 25).
7º - A promessa do Reino e o Messias
Nos momentos de maior crise, Deus promete estar sempre com seu povo (ser “Em-manu-El” - Deus conosco) e enviar pastores segundo o seu coração para guiar o povo e cuidar dele. Aí nasce a esperança de um Messias, que será o Príncipe da Paz e agirá sem violência, acolhendo e recuperando o perdido. Não é conformista nem fatalista, mas em um compromisso radical: “não desanimará, não descansará até que veja instaurados o direito e a justiça”, isto é o Reino de Deus. Deus não desiste e seu Servo também não. Custe o que custar, até a própria vida.
8° - Cristo, o Enviado
“Tanto amou ao mundo que enviou seu Filho único” (Jo 3,16). Para salvar e não para condenar. Jesus se apresenta como o Ungido (Lc 4, 16) e diz: “eu vim para que todos tenham vida e vida em abundância” (Jo 10,10). Ele anuncia a Boa Nova aos pobres e começa a realizá-la: aproxima-se, torna-se amigo dos publicanos e pecadores; partilha com eles o que aprendeu do Pai e lhes confia a tarefa de fazer um mundo novo. E anuncia: o Reino de Deus já está no meio de vós.
Jesus sabe que esse Reino enfrenta resistências e que haverá conflitos. Por isso, entra no conflito para salvar os fracos e denuncia os que não querem ser irmãos, os opressores do povo, os que aproveitam do pobre, do doente, da viúva. E, especialmente, denuncia a religião exploradora e excludente, falsa e interesseira, perseguidora e mortal.

(textos baseados no planejamento das SMP da paróquia)
Colaboradores: Alonso José e Aparecida AlvesInformações: santasmissoespnsa@yahoo.com.br

Dia 2 de fevereiro- Apresentação do Menino Jesus no Templo e Purificação de Nossa Senhora


O Evangelho de São Lucas narra que, depois do nascimento de Nosso Senhor e decorrido o prazo que a Lei mosaica estabelecia para a purificação das mulheres que davam à luz, Nossa Senhora e São José levaram o Menino Jesus ao Templo para o apresentarem a Deus, conforme também prescrito na Lei. Na ocasião, Maria Santíssima ofereceu ao Senhor o sacrifício ritual de dois pombinhos, estabelecido para a purificação de mulheres pobres. Jesus e Maria não estavam sujeitos à Lei, mas quiseram observá-la por amor à humildade e para nos dar o exemplo.
"Eu, a Luz, vim ao mundo para que aquele que crê em mim não permaneça nas trevas" Jo 12,46. No dia 2, celebramos uma grande festividade: a apresentação de Jesus no templo. É também chamada festa de Nossa Senhora da Luz, Nossa Senhora da Candelária, e tantos outros títulos que Nossa Senhora leva e que são lembrados neste dia. De fato, a mais feliz, a mais bem-aventurada de todas as mães foi também aquela que mais sofreu. A festa de hoje é das mais antigas que existem no cristianismo. Quatro séculos depois do nascimento de Jesus, já se faziam procissões, pregações e celebrações muito solenes no dia 02 de fevereiro. Não deixe apagar-se jamais a luz da fé e da esperança em seu coração. Cristo vive!

ORAÇÃO

Mãe Santíssima, coloco em vossas mãos, com filial confiança, todas as minhas necessidades, para que, juntamente com São José, sejam apresentadas ao Pai. Rogo-Vos, em especial, pela graça que agora Vos peço. Por Jesus, nosso Senhor, Amém.

http://www.asj.org.br/

CALENDÁRIO PAROQUIAL MÊS FEVEREIRO

31/01 – 14:00 às 18:00 e 01/02 – 08:00 às 17:00 – CF 2009 – Curso de capacitação da equipe paroquial de formação permanente.
04/02 – 19:30 – Reunião com Equipe de Agente de Noivos – Centro Pastoral
07/02 – 18:00 – Aniversário do JUNEPAC – Comunidade N. Sª. Aparecida do Alto Esperança
07 e 08/02 – 13:30 às 18:00 – Curso de Formação para Equipes Litúrgicas – Centro Pastoral
10/02 – 19:30 – Missa das Santas Missões Populares Setor 1 – Matriz
10 a 14/02 – 19:30 – Conhecendo a realidade da Pastoral Catequética das Comunidades – Centro Pastoral
12/02 – 19:30 – Reunião de Coordenadores de Grupos de Casais
13/02 – 19:30 – Missa de abertura da Escola de Formação para leigos – Comunidade Senhor do Bonfim
14/02 – 15:00 às 17:00 – Reunião da PASCOM (Regional 3) – Centro Pastoral
14/02 – 16:00 às 20:00 – Curso de preparação ao Sacramento do Batismo –Centro Pastoral
15/02 – 07:30 às 12:00 – Santas Missões Populares – Formação para Missionários (Setor 1)
15/02 – 09:00 às 16:00 – Formação para coordenadores da Pastoral da Juventude (em nível paroquial) – Centro Pastoral
15/02 – 07:00 às 12:00 – Encontro de formação para agentes da Pastoral Familiar – Centro Pastoral
18/02 – 19:30 – Reunião da PASCOM em nível paroquial – Centro Pastoral
18/02 – 19:30 – Reunião com coordenadores da EPAC – Centro Pastoral
19/02 – 19:30 – Reunião com coordenadores de projetos da Pastoral Familiar – Centro Pastoral
20/02 – 19:30 – Escola de Formação para Leigos – Centro Pastoral
25/02 – ABERTURA DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2009 nas comunidades – Quarta feira de cinzas
26/02 – 19:30 – Abertura de Encontro de Noivos – Centro Pastoral
27/02 – 19:30 – Escola de Formação para Leigos – Centro Pastoral
28/02 – Abertura dos Encontros de Catequese nas comunidades.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

EPIFANIA DO SENHOR



A Epifania do Senhor é uma festa religiosa que se celebrava no dia 6 de janeiro, ou seja, doze dias após o nascimento de Jesus, porém, a partir da reforma do calendário litúrgico em 1969, passou a ser comemorada dois domingos após o Natal.
Muitas vezes centralizamos essa festividade nas pessoas dos reis magos. Mas, o que celebramos vai muito além, pois em vez de personagens principais eles são apenas coadjuvantes desse episódio da vida de Nosso Senhor. A epifania representa a revelação ou a manifestação humana de Jesus Cristo, ou seja, quando o filho de Deus se dá a conhecer ao mundo. De acordo com a Bíblia, essa manifestação aconteceu a diferentes pessoas e em diferentes momentos. Porém, nós celebramos como epifanias três eventos: a Epifania propriamente dita, perante os três reis magos do oriente; a epifania a João Batista, no dia de seu batismo no rio Jordão; e a epifania a seus discípulos e início de sua vida pública com o milagre de Caná, quando começa o seu ministério. Ou seja, três manifestações iniciais de sua Glória.
A liturgia dessa festa nos leva a descobrir que na pessoa de Jesus apareceu, de fato, concreta e definitivamente a salvação de Deus para todos os seres humanos. Ao revelar-se primeiro aos reis magos, não-judeus, é a indicação de que a partir de agora, a Salvação não poderá ficar restrita ao povo judeu. Jesus veio para todos os homens e mulheres de boa vontade que, sendo capazes de perceber os seus sinais na história humana, superando todas as adversidades, seguem ao seu encontro.
Vamos juntos, mais uma vez, em companhia dos reis magos, iluminados por uma luz divina, à procura de “seu refugio santo”. Entrar a “sua humilde morada” e aí achar o menino, com Maria, sua mãe. Tomados de profundo respeito, prostrar-nos por terra e adorarmos o menino, como Deus e Salvador do mundo. Em seguida, oferecermos também a Ele, pelas mãos maternais de Maria Santíssima, o ouro do nosso amor e da nossa fé, o incenso das nossas orações e dos nossos louvores e a mirra das nossas mortificações e dificuldades. E após esse encontro, mudar para sempre nossas vidas e nunca mais passar pelos caminhos que geram a injustiça e a opressão.

Vanderley da Cruz – Comunidade São Pedro

Editorial de Janeiro – 2009

Estamos iniciando mais um ano. É mais uma oportunidade que Deus nos dá para que possamos contribuir na construção de seu Reino, que também é nosso. E no primeiro dia do ano celebramos a Confraternização Universal, o dia Mundial da Paz e o dia da Mãe de Deus e nosso. É bom e necessário refletirmos sobre a paz, pois neste ano a campanha da Fraternidade apresenta-nos como lema: “A paz é fruto da Justiça (Is 32,17)”. A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) pretende com esta campanha, debater a segurança pública tão necessária e urgente em nossos dias. A violência está aumentando assustadoramente. Já não temos mais aquela tranqüilidade de antes. São milhares de famílias que são vítimas da violência. Como a Igreja é uma grande mestra, ela nos ajuda a refletir, debater temas bem reais.
Todos nós, com certeza, nos aspiramos por segurança e estamos preocupados com o problema da falta de segurança que se manifesta concretamente na violência, que nos assombra cada vez mais. Todos sabemos que a segurança pública é dever do Estado, mas ela também é direito e responsabilidade de cada um de nós.
Durante o Advento passado, nas celebrações da reconciliação, sugeri como penitência para os fiéis, o assumir de cada um de nós, o que rezamos e cantamos na oração atribuída a São Francisco de Assis; “Fazei-me instrumento de vossa paz”. Concretamente, o que podemos fazer para que haja mais paz entre nós, entre as famílias e na sociedade de um modo geral? “A paz é fruto da justiça”.
E “não há justiça sem perdão”, nos dizia o saudoso papa João Paulo II. Certa vez, eu vi um cartaz onde estava escrito:
“A paz está no silêncio que, muitas vezes não fazemos”. Verdade! Muitas vezes queremos vencer os outros pelo grito, pela arrogância. E o príncipe da paz – Jesus – nos mostrou e nos mostra o contrário. Aprendamos Dele. Vivamos como Ele.
Um Ano Novo abençoado para todos nós.


Pe. Geraldo Reis

Comunidade São Sebastião do Recanto


A Comunidade São Sebastião começou pelo desejo e por iniciativa do então Pe. Buião de criar, no bairro Recanto, mais uma comunidade para a paróquia. Com a ajuda de alguns moradores, em 15 de novembro de 1998, foi realizada a primeira Santa Missa, celebrada por esse padre, na praça do bairro.
Três meses depois, foi realizada uma reunião na casa de Adão Rufino, escolhido pelo Pe. Buião, como coordenador para indicar os membros responsáveis pela Comunidade. Foram escolhidos o Luiz Gonçalves para presidente, Geraldo Ingrácio para vice-presidente, Marcos Aurélio para tesoureiro, Elza Umbelina para vice-tesoureira, Reginaldo Evangelista para secretário e Adão Rufino para vice-secretário. Na ocasião, foi deliberado o destino das ofertas e outras arrecadações.
Essas pessoas foram a “pedra angular” da comunidade. Também importantes para a criação da comunidade, os padres Irany e Marcos que, por muitos meses, celebraram a Santa Missa na praça do bairro.
Outra pessoa que também muito contribuiu foi a Darcy. Com seu jeito amigo e carismático, conseguiu que as celebrações fossem realizadas no cômodo comercial de Oraldina, que cedeu o espaço durante cinco anos sem qualquer ônus para a comunidade. Oraldina continua a ajudar na construção da Igreja.
Também celebraram na comunidade, o falecido Pe. Miranda, o Pe. Cláudio, o Pe. Alex e, pela primeira vez, no dia 9 de abril de 2000, o Pe. Geraldo Reis, atual Pároco da Paróquia Nossa Senhora Aparecida.
Em maio de 2002, foram iniciados os planos de construção da igreja. O objetivo era aproveitar o terreno da melhor maneira possível. Realizamos bingos, rifas e festas.
Também em junho de 2002 que iniciaram as atividades do grupo de reflexão e da catequese, com o apoio de Aparecida Baltazar e sua família, João e Dalva, Tião e sua esposa e de Geraldo e Helena.
No início as celebrações aconteciam na parte da manhã. Depois, após consultar a comunidade, o horário foi alterado para o período da noite, mudança que resultou em fortalecimento da comunidade, havendo maior participação dos jovens e crianças.
A construção da igreja teve seu início em outubro de 2004, e contou com a dedicação e ajuda dos moradores.
Nestes dez anos de caminhada, com as bênçãos do Senhor, têm sido enviados cada vez mais operários para a messe. Um tempo de muita luta, mas também, tempo de grandes realizações. Deus tem feito um sonho se tornar uma realidade presente.

SANTO DO MÊS – SÃO SEBASTIÃO – Dia 20


Padroeiro da Comunidade São Sebastião do bairro Recanto

Nascido em Narbonne, na França, de pais cristãos, São Sebastião recebeu o título de Defensor da Igreja.
As suas qualidades de cidadão prudente e generoso chamaram a atenção da corte imperial. O imperador Diocleciano (284-305) o nomeou capitão da primeira companhia de suas guardas. Isso lhe facilitou prestar grandes serviços à comunidade cristã, socorrendo os irmãos perseguidos. Com a palavra e com orações, com auxílios e com a sua presença, encorajava e fortalecia os que estavam presos ou ainda os que vacilavam diante dos tormentos. Muitas eram as conversões operadas por esse apóstolo fardado. Mas um excomungado o traiu e ele foi conduzido à presença do Imperador.
Diocleciano reprovou-lhe a conduta, sobretudo por ter provocado a cólera dos deuses contra o império, introduzindo até no próprio palácio uma crença tão nociva aos interesses do Estado.
A resposta de Sebastião foi clara e decisiva: "Tenho orado a Jesus Cristo por vós e pela conversão do império, e sempre adorei o verdadeiro Deus".
Essas palavras irritaram a Diocleciano que, sem nenhuma forma de processo, ordenou que Sebastião fosse amarrado a um poste e atravessado de flechas. Eis sua ordem: “Amarrado a um pé de louro no bosque de Apolo, Sebastião seja crivado de setas. Atenção, porém, que nenhuma ferida deve ser mortal, porque quero que sucumba de morte mais lenta e dolorosa que seja possível.”
Coberto de feridas, dado como morto, foi abandonado em uma poça de sangue. À noite, os cristãos foram dar-lhe sepultura condigna, mas se surpreenderam, encontrando-o ainda com vida. Conduziram-no para a casa da santa mulher Irene, a qual tratou suas feridas, e Sebastião, logo que se sentiu curado, dirigiu-se pessoalmente ao Imperador.
Ao vê-lo, Diocleciano, estupefato, lhe perguntou: “És tu realmente aquele Sebastião a quem mandei tirar a vida”?”-” Sou eu mesmo, respondeu o Santo, e o meu Senhor Jesus Cristo quis que eu vivesse ainda, para que na presença deste povo eu viesse dar um público testemunho da impiedade e da injustiça que cometeis, perseguindo com tanto furor os cristãos, que são os melhores e os mais fiéis cidadãos do Império”.
Enfurecido, Diocleciano ordenou que Sebastião fosse conduzido ao Circo, e ali, morto a varadas, a 20 de janeiro do ano 208.


ORAÇÃO A SÃO SEBASTIÃO
Ó glorioso São Sebastião, mártir de Jesus Cristo e nosso modelo. Em vós brilharam as virtudes da fé, da esperança, da fortaleza e da caridade. Sois nosso padroeiro e poderoso advogado contra a peste e todos os males. Ajudai-nos a viver nossa fé, defender a verdade, praticar a caridade e iluminar nossa vida cristã com o testemunho das virtudes. Dai-nos intenso amor a Jesus Cristo, por quem não hesitastes sofrer o martírio. Infundi-nos coragem em meio das tribulações e fraquezas desta vida, para que convosco alcancemos o prêmio da eternidade e convosco nos encontremos um dia na casa de nosso Deus e Pai. Amém Pai Nosso, Ave Maria e Glória ao Pai.

DIA 1º DE JANEIRO TAMBÉM É DIA DA BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA


“Quando, porém, chegou a plenitude do tempo, enviou Deus seu Filho, nascido de uma mulher...” (Gl 4, 4). O culto mariano funda-se sobre a admirável decisão divina de ligar para sempre, como recorda o apóstolo Paulo, a identidade humana do Filho de Deus a uma mulher, Maria de Nazaré.
O mistério da maternidade divina e da cooperação de Maria na obra redentora suscita nos crentes de todos os tempos uma atitude de louvor, quer para com o Salvador quer para com Aquela que O gerou no tempo.
Mais um importante motivo de reconhecido amor pela Bem-aventurada Virgem é oferecido pela sua maternidade universal. Ao escolhê-la como Mãe da humanidade inteira, o Pai celeste quis revelar a dimensão, por assim dizer materna, da Sua ternura divina e da Sua solicitude pelos homens de todas as épocas.
No Calvário, Jesus com as palavras: “Eis aí o teu filho”, “Eis aí a tua Mãe” (Jo 19, 26-27), dava Maria já, antecipadamente, a todos aqueles que haveriam de receber a boa nova da salvação e estabelecia assim as premissas do Seu afeto filial por Ela. Seguindo João, os cristãos prolongariam, com o culto, o amor de Cristo pela Sua mãe, acolhendo-a na própria vida.

Primeiros cultos marianos
Os textos evangélicos dão testemunho da presença do culto mariano desde os primórdios da Igreja. Os dois primeiros capítulos do Evangelho de São Lucas parecem recolher a atenção particular dos judeus cristãos para com a Mãe de Jesus, os quais manifestavam o seu apreço por Ela e conservavam ciosamente as suas memórias.
Nas narrações da infância, além disso, podemos captar as expressões iniciais e as motivações do culto mariano, sintetizadas nas exclamações de Isabel: “Bendita és tu entre as mulheres... Feliz daquela que acreditou que teriam cumprimento as coisas que lhe foram ditas da parte do Senhor!” (Lc. 1, 42.45).
Traços de uma veneração já difundida na primeira comunidade cristã estão presentes no cântico do Magnificat: “Todas as gerações me hão de chamar ditosa” (Lc 1, 48). Ao colocar nos lábios de Maria essa expressão, os cristãos reconheciam-lhe uma grandeza singular, que haveria de ser proclamada até ao fim do mundo.
Além disso, os testemunhos evangélicos (cf. Lc 1, 34-35, Mt. 1,23 e Jo. 1, 3), as primeiras fórmulas de fé e uma passagem de Santo Inácio de Antioquia (cf. Smirn. 1,2: SC 10,155), confirmam a particular admiração das primeiras comunidades pela virgindade de Maria, intimamente ligada ao mistério da Encarnação.
O Evangelho de João, indicando a presença de Maria no início e no fim da vida pública do Filho, deixa supor entre os primeiros cristãos uma consciência viva do papel exercido por Maria na obra da Redenção, em plena dependência de amor por Cristo.Maria e a Igreja
O Concílio Vaticano II, ao ressaltar o caráter particular do culto mariano, afirma: “Exaltada por graça do Senhor e colocada, logo a seguir a Seu Filho, acima de todos os anjos e homens, Maria que, como, mãe santíssima de Deus, tomou parte nos mistérios de Cristo, é com razão venerada pela Igreja com culto especial” (LG, 66).
Ao aludir, depois, à oração mariana do terceiro século “Sub tuum praesidium” - “Sob a tua proteção” -, acrescenta que essa peculiaridade emerge desde o início: “Na verdade, a Santíssima Virgem é, desde os tempos mais antigos, honrada com o título de Mãe de Deus, e sob a sua proteção se acolhem os fiéis, em todos os perigos e necessidades” (ibid.). Essa afirmação encontra confirmação na iconografia e na doutrina dos Padres da Igreja, desde o segundo século.
Em Roma, nas catacumbas de Priscila, é possível admirar a primeira representação de Nossa Senhora com o Menino, enquanto no mesmo tempo São Justino e Santo Ireneu falam de Maria como da nova Eva que, com a fé e a obediência, repara a incredulidade e a desobediência da primeira mulher. Segundo o Bispo de Lião, não era suficiente que Adão fosse resgatado em Cristo, mas “era justo e necessário que Eva fosse restaurada em Maria” (Dem., 33). Ele sublinha desse modo a importância da mulher na obra de salvação e põe como fundamento aquela inseparabilidade entre o culto mariano e o culto atribuído a Jesus, que percorrerá os séculos cristãos.O amor do povo por Maria
O culto mariano expressou-se inicialmente na invocação de Maria como “Theotokos”, título que teve confirmação autorizada, depois da crise nestoriana, pelo Concílio de Éfeso que se realizou no ano 431.
A mesma reação popular à posição ambígua e oscilante de Nestório, que chegou a negar a maternidade divina de Maria, e o sucessivo acolhimento jubiloso das decisões do Sínodo Efésio confirmam a radicação do culto da Virgem entre os cristãos. Todavia, “foi, sobretudo a partir do Concílio de Éfeso que o culto do Povo de Deus para com Maria cresceu admiravelmente, na veneração e no amor, na invocação e na imitação...” (LG, 66). Ele expressou-se de modo especial nas festas litúrgicas, entre as quais, desde o inicio do século V, assumiu particular relevo “o dia de Maria Theotokos”, celebrado a 15 de Agosto em Jerusalém e que se tornou sucessivamente a festa da “Dormitio” ou da Assunção.
Sob a influência do “Protoevangelho de Tiago” foram, além disso, instituídas as festas da Natividade, da Conceição e da Apresentação, que contribuíram de maneira notável para evidenciar alguns importantes aspectos do mistério de Maria.
Podemos bem dizer que o culto mariano se desenvolveu até aos nossos dias em admirável continuidade, alternando-se períodos florescentes e períodos críticos que, contudo, tiveram muitas vezes o mérito de promover ainda mais a sua renovação. Após o Concílio Vaticano II, o culto mariano parece destinado a desenvolver-se em harmonia com o aprofundamento do mistério da Igreja e em diálogo com as culturas contemporâneas, para se arraigar sempre mais na fé e na vida do povo de Deus peregrino sobre a terra.(Fonte: http://noticias.cancaonova.com)

As Santas Missões Populares, SMP, são um “mutirão de evangelização”, visando renovar a vida das pessoas, das comunidades e da sociedade. Antigamente, elas funcionavam de maneira diferente, com a presença de “missionários” de fora, pregações, procissões e ‘desobrigas’. Hoje, são formadas equipes na própria paróquia, e as atividades, que incluem visitas, diálogos e encontros, procuram fortalecer a comunhão e a vida fraterna.
MISSÃO. Palavra muito usada entre nós em missões militares, econômicas, políticas (a missão de pai ou de mãe...). De acordo com o dicionário Aurélio, é “encargo, incumbência”. Mas pode remeter ainda a outras palavras: envio, enviado, escolhido, apóstolo, plenipotenciário. São experiências tanto do antigo testamento como do novo.

A palavra missão sugere:
1) uma pessoa ou grupo que deseja e planeja uma ação; essa pessoa ou grupo é quem determina o objetivo e as condições da ação a ser realizada;
2) um objetivo (tarefa a realizar), que pode ser muito diverso (e pode referir-se a pessoas, a favor ou contra alguém);
3) uma série de ações concretas;
4) que levam consigo dificuldades e conflitos, às vezes em alto grau;
5) é confiada a pessoas ‘escolhidas’;
6) por serem capacitadas e hábeis para realizar a missão;
7) elas são enviadas e com poderes especiais (às vezes, plenos);
8) a atitude de quem envia é a confiança;
9) e a atitude do ‘missionado’ (enviado) é fundamental para o êxito da missão:
- conhecer bem a tarefa
- assumi-la com determinação
- e fazer todo o possível para realizá-la;
10) conseguir o resultado (dar fruto) é o pleno êxito da missão.

O valor humano do objetivo (positivo ou negativo) e os seus resultados engrandecem (ou degradam) ao mandatário e aos enviados.
Toda a paróquia estará envolvida nos processos das Santas Missões Populares. A questão de como se dará esse processo vem acompanhada de uma forte convicção de que as missões estão de acordo com a vontade de Deus. Assim como fez Maria, repousamos nossa confiança na Providência Divina e confiamos no Seu agir, certos de que Ele já está fazendo...


Objetivos das SMP:
- Descobrir e valorizar tudo o que há de bom nas pessoas e nas culturas.
- Ajudar as pessoas a darem um sentido autêntico a própria vida no aqui e no agora.
- Em nome do Deus da vida, convidar o povo para o grande multirão em defesa da vida e da cidadania de todos.
- Fortalecer, reinventar, fazer crescer em qualidade e quantidade a caminhada das comunidades eclesiais.
- Aprender a viver juntos, em clima de ajuda mútua, ter a comunhão no pluralismo.
- Despertar nas pessoas o gosto pela missão.
- Formar grupos de Infância, Adolescência e Juventude Missionária (IAJM).

MISSA NO SETOR 1 – 10/02/2009 no Iguaçu, CNSA.
ENCONTRO – 15/02/2009 – 7:30 às 12 h

Retiro
O primeiro retiro reunindo as SMP da região vai acontecer em maio, nos dias 01, 02 e 03, na paróquia Cristo Libertador, com Padre Luis Mosconi.

(texto baseado planejamento das SMP da paróquia)
Alonso José
Coordenador da Pascom

Ciclo do Natal: o primeiro do ano litúrgico


O Ano Litúrgico é o tempo que marca as datas dos acontecimentos da História da Salvação. Não é como o ano civil, que começa em 1º de janeiro e termina em 31 de dezembro, mas começa no primeiro domingo do Advento (preparação para o Natal) e termina no sábado que é sua véspera.
O Advento (do latim Adventus: "chegada", do verbo Advenire: "chegar a") é o primeiro tempo do ano litúrgico, o qual antecede o Natal. É um tempo de preparação e alegria, de expectativa, quando os fiéis, esperando o nascimento de Jesus Cristo, vivem o arrependimento e promovem a fraternidade e a paz.
O tempo do Advento, de 29 de novembro a 24 de dezembro, é para toda a Igreja, momento de forte mergulho na liturgia e na espiritualidade cristã. É tempo de espera e esperança, de estarmos atentos e vigilantes, preparando-nos alegremente para a vinda do Senhor, como uma noiva que se enfeita, se prepara para a chegada de seu noivo, seu amado.
Em todos os tempos litúrgicos, celebramos a centralidade do mistério de Jesus Cristo (encarnação, paixão, morte, ressurreição).
No ciclo do Natal, de 24 de dezembro a 11 de janeiro, celebramos privilegiadamente a Encarnação de Jesus; celebramos o Emanuel, Deus que veio até nós.
Todo tempo litúrgico é constituído por três etapas. Cada um destes três momentos tem características próprias (ver quadro). O ‘antes’ significa a preparação para a festa que se vai celebrar. O ‘centro’ é a festa celebrada. O ‘depois’ é sua continuação, ou seja, a graça e a alegria daquele dia prolongam-se por um período. No ciclo do Natal, o antes é o Advento; o centro é o próprio Natal (festa da encarnação de Deus); o depois é seu prolongamento nas festas da manifestação do Senhor.

Unir fé e vida
a) Devemos vivenciar o Advento, a fim de que ele seja para nós um verdadeiro tempo de preparação e de alegre esperança.
b) Devemos dar ao tempo de preparação do Natal o seu verdadeiro significado, para podermos manifestar que nosso coração está pronto a acolher o Emanuel, Deus que veio a nós.
c) Devemos renovar nossos compromissos e responsabilidades como discípulos e missionários.
d) Devemos ter consciência da centralidade do mistério de Jesus Cristo nas festas que seguem o Natal. Assim estaremos atentos à centralidade de cada dia festivo do calendário litúrgico.

Elma Lopes GuidineEquipe Paroquial de Formação Permanente.

VÓS SOIS A LUZ DO MUNDO!


Já nos aproximamos do término de mais um ano. Nessa época costumamos rever nossa caminhada. Pensamos nos bons momentos vividos, nas conquistas alcançadas e também naquilo que ainda exigirá de nós maior esforço, cuidado, reflexão e ação.

Com a chegada do Advento, nos preparamos para celebrar, com alegria, o “Verbo que se fez carne e habitou entre nós” (João1, 14)! Neste tempo de espera, Deus nos fala: Vós sois a luz do mundo! E afinal, o que é ser luz? Ser luz é deixar-se, antes de mais nada, ser conduzido pelo Espírito Santo. É permitir que a graça divina penetre no mais profundo de nossa alma, transformando nossa casa interior. E com esta casa preparada, podemos receber bem o menino Deus – Jesus Salvador!

Na comunicação, a luz é um símbolo bem significativo. Podemos pensá-la como idéia, criatividade, inovação. Também podemos considerá-la como o processo de anunciar a Boa Nova a todas as criaturas. Em ambos os aspectos podemos destacar a Pastoral da Comunicação (PASCOM), que exerce uma função ímpar na igreja: ser canal dessa luz divina através da mídia impressa e eletrônica.

As grandes redes midiáticas vêm insistentemente servindo a interesses particulares e propagado ideologias distorcidas e contrárias ao Evangelho. A comunidade cristã não pode ficar calada diante desse cenário. Ela deve testemunhar, de forma coerente e eficaz, o que Cristo sempre anunciou durante a sua vida: amor, perdão, justiça, verdade, fraternidade, paz. Para isso é que servem um boletim informativo, programas de rádio, site paroquial. Não se usa tais meios apenas porque são legais e divertidos. Mas sim porque a função dos mesmos é evangelizar.

Chegou a hora de orar e agir. Não podemos ficar olhando o mundo girar sem deixarmos nossa marca na história da humanidade e da Igreja. Nossa vocação de cristãos só terá sentido se permitirmos que essa luz transforme nossa vida e a de nossos irmãos.

Um feliz natal e próspero ano novo!

Seminarista Gustavo Drumond - PASCOM

Editorial

Estamos chegando ao final de mais um ano. Queremos louvar e bendizer a Deus por tudo de bom que conseguimos realizar e, ao mesmo tempo, pedimos perdão por aquilo que poderíamos ter realizado e não conseguimos. Somos seres limitados. Nem sempre conseguimos realizar a vontade de Deus, concretizar o Seu projeto reservado a cada um de nós. Deus quer precisar de nós. É preciso confiar mais Nele, renovando sempre o nosso sim à missão que Ele nos confiou
No calendário litúrgico ou eclesiátisco é tempo de Advento. E a liturgia do Advento destaca para nós, como um dos referenciais para a preparação do Natal, João Batista, homem sábio, austero e despojado, que se vestia com pele de animais e se alimentava de gafanhotos e mel silvestre. É muito importante nós refletirmos sobre essas coisas numa época em que o natal e outras festas se tornaram consumismo, ganhar e dar presentes, um total constraste com os primeiros momentos da vida de Jesus, e sobretudo com o tempo em que o Cristo permaneceu fisicamente entre nós. Não são poucos os que entendem que se preparar para a celebração do Natal é percorrer centros comerciais e supermercados, enchendo carinhos e mais carinhos com presentes e abarrotar geladeiras de comes e bebes destinados à sofisticada ceia de Natal. Às vezes, muita festa e pouca oração. O principal da festa nem é lembrado. Que pena!
Além da liturgia do Advento, a Igreja nos oferece a novena de natal, as celebrações penitenciais, preparando-nos para que possamos celebrar, da melhor maneira possível, o nascimento do Salvador. No dia do Natal, não nós esqueçamos do aniversariante. Que nesse dia possamos todos nos alegramos no Senhor e possamos dizer em alta voz: nasceu-nos o Salvador do mundo, do céu desceu a verdadeira paz. Na fragilidade da pequena criança, possamos contemplar a revelação de Deus na nossa história.
Aproveito esta oportunidade para agradecer a todos: homens, mulheres, crianças, adolescentes, jovens que não mediram esforços para semear a semente do Reino de Deus nos diversos seguimentos da nossa Igreja. E, com certeza continuarão a semeá-la. A missão é nossa. É de cada um de nós.
Feliz e santo Natal e um Ano Novo cheio de paz e saúde para todos!


Pe. Geraldo Reis

Conhecendo Nossa Paróquia


Igreja da Comunidade Senhor do Bonfim – Bairro Cidade Nobre

SANTO DO MÊS – São João, apóstolo e evangelista – dia 27
Filho de Zebedeu e de Maria Salomé (uma das santas mulheres que acompanhavam o Divino Mestre para O servir), irmão de São Tiago o Maior, foi discípulo de São João Batista antes de ser o "discípulo amado" de Nosso Senhor. No alto do Calvário, representou a Humanidade quando recebeu como Mãe a Maria Santíssima, e foi a Ela entregue como filho. É autor do quarto Evangelho e de três epístolas canônicas. Viveu, segundo a tradição, na ilha de Patmos, onde lhe foi revelado o Apocalipse, e morreu quase centenário em Éfeso.
Como seus irmãos Simão e André era discípulo de São João Batista. Estavam João e André com o Precursor, quando passou Jesus. O Batista exclama: "Eis o Cordeiro de Deus, que tira os pecados do mundo". No dia seguinte repetiu-se a mesma cena, e desta vez os dois discípulos seguiram Jesus e permaneceram com Ele aquele dia (Jo, 1, 35 a 39).
Algumas semanas depois estavam Simão e André lançando as redes às águas, quando passou Jesus e lhes disse: "Vinde após mim. Eu vos farei pescadores de homens". Mais adiante estavam Tiago e João numa barca, consertando as redes. "E chamou-os logo. E eles deixaram na barca seu pai Zebedeu, com os empregados, e O seguiram" (Mc 1, 16 a 20).
A partir de então passou a acompanhar o Messias em sua missão pública.
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NATAL DO SENHOR


Em dezembro acontece a festa do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo. A Igreja anuncia o aparecimento na terra do Filho de Deus feito homem. O Evangelho de São Lucas conta o nascimento de Nosso Senhor, como segue:
"Aconteceu naqueles dias que saiu um edito de César Augusto, para que fosse alistado todo o mundo. Este primeiro alistamento foi feito por Cirino, governador da Síria. E iam todos se alistar, cada um na sua cidade natal. E subiu também José da Galiléia, da cidade de Nazaré, à Judéia, à cidade de Davi, para se alistar com sua esposa Maria, que estava grávida. Aconteceu, porém, que estando ali, se completaram os dias em que devia dar à luz. E deu à luz o filho primogênito e envolveu-o em paninhos e reclinou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem. E naquela mesma região estavam uns pastores, vendo alternadamente e guardando, nas vigílias da noite, o rebanho. E eis que se lhes apresentou um anjo do Senhor e a claridade de Deus cercou-os de resplendor, e tiveram grande temor. O anjo, porém, disse-lhes: "Não temais; porque eis que vos anuncio um grande gozo, e que o será para todo o povo. É que hoje vos nasceu na cidade de Davi o Salvador, que é o Cristo Senhor. E este é o sinal para vós: achareis um menino envolto em paninhos e posto numa manjedoura. E subitamente apareceu o anjo com uma multidão da milícia celeste, louvando a Deus e dizendo: "Glória a Deus no mais alto dos céus e paz na terra aos homens de boa vontade". E aconteceu que depois que os anjos se retiraram para o céu, os pastores falavam entre si, dizendo: "Passemos até Belém e vejamos que é isto que sucedeu, que é que o Senhor nos mostrou. E vieram a toda pressa e acharam Maria e José e o menino posto na manjedoura. E vendo isto, conheceram a verdade do que se lhes havia dito acerca deste menino. E todos que os ouviram falar, se admiraram do que lhes haviam referido os pastores".
O nascimento de Nosso Senhor está cheio de mistérios. Porque o Filho Unigênito de Deus quis vir ao mundo em tanta pobreza, em lugar tão desprezível, na estação de inverno, nas trevas da noite e longe da sociedade? Porque não quis celebrar seu aparecimento na capital, em Jerusalém, em um dos muitos palácios que lá havia, rodeado de todo conforto?
São Bernardo diz: "Não penseis que tudo isso tivesse acontecido por acaso. A criança não escolhe a hora e o dia do nascimento, porque para escolher lhe falta liberdade e uso da razão. Com Jesus Cristo não se dá isso. Ele, Deus feito homem, podendo determinar tempo e lugar, escolheu justamente o que era agradável à natureza humana e à Santíssima Virgem. Porque procedeu assim?
Os Santos Padres respondem: primeiro, para nos mostrar mais claramente seu grande amor e incitar-nos a amá-lo também. Se Cristo tivesse vindo numa estação mais agradável; se tivesse escolhido a magnificência e comodidade de um palácio, sem dúvida haveríamos de reconhecer-lhe o amor para conosco que agora mais ainda realça, vendo-o nascer em pobreza, numa gélida noite e numa estrebaria. Segundo: Cristo o Senhor, já desde o nascimento quis mostrar-nos o caminho para o céu e ensinar-nos pelo exemplo o que mais tarde nos disse pela palavra. Não só o menino Jesus como também a gruta, o presépio, os paninhos nos dizem que o caminho do céu é áspero e íngreme, e não há outro para nós, se nos queremos aproveitar para o aparecimento de Nosso Senhor. A concupiscência da carne e dos olhos, a soberba da vida são as raízes de todos os pecadores e as causadoras da desgraça dos homens.
A pobreza do menino Jesus ensina-nos a necessidade da humildade, da cruz e do sofrimento, como meios de combater os vícios, de desapegar-nos do mundo, e servir a Deus com toda a pureza. Tudo isso nos mostra o exemplo de Cristo no presépio. Dizem os Santos Padres que o presépio de Belém é o púlpito, a tribuna do Deus Menino.
Os ensinamentos de Nosso Senhor devem ser por nós imitados, quer nos tenham sido transmitidos por palavras, quer pelo exemplo. Do pobre nascimento de Cristo devemos aprender duas coisas: amemos o menino de Belém e tornemo-nos semelhantes a ele.
Demos a Cristo o nosso mais sincero e ardente amor e imitemo-lo nas virtudes da pobreza e da humildade. Ao menino Jesus é aplicável a palavra que mais tarde o mesmo divino Mestre disse quando pôs um menino no meio dos apóstolos: "Se não vos converterdes e não vos tornardes semelhantes às crianças, não entrareis no reino dos céus". Eis o que o Menino Jesus nos ensina ao nascer: desprezar os bens do mundo para alcançar os bens eternos.Referência bibliográfica: LEHMANN, Pe. João Batista. Na luz perpétua. Juiz de Fora: Lar Católico , 1959. 5.ed. E http://www.paginaoriente.com.

domingo, 9 de novembro de 2008

APRENDENDO COM OS SANTOS


No meio das cada vez mais agressivas campanhas publicitárias de promoção da festa de Halloween, a Conferência Episcopal da França publicou um comunicado para explicar o sentido da festa de Todos os Santos e do dia dos fiéis Defuntos.
O texto recorda que com a festa de 1° de novembro, dia de Todos os Santos, a Igreja deseja “honrar os santos 'anônimos', muito mais numerosos que os conhecidos, mas que também viveram na discrição e no serviço a Deus e a seus contemporâneos”. Os bispos declaram que essa é uma festa de todos os batizados, uma vez que todos somos chamados por Deus à santidade. Constitui, portanto, um convite a “experimentar a alegria daqueles que puseram Cristo no centro de suas vidas”.
A oração pelos defuntos é proposta uma prática que iniciou com os primeiros cristãos. Já idéia de dedicar um dia especial em intenção pelos falecidos surgiu no século X e foi pensada para ser continuação de Todos os Santos. Assim, a 1° de novembro, os católicos celebram na alegria a festa de Todos os Santos, no dia seguinte, rezam de maneira geral por todos os que morreram.
Desse modo, a Igreja quer dar a entender que “a morte é uma realidade que se pode e que se deve assumir, pois constitui o passo no seguimento de Cristo ressuscitado”, diz o documento da Conferência Episcopal da França. Os bispos explicam, ainda, que as flores com que se adornam os túmulos nesses dias são “sinal de vida e de esperança”.(fonte: http://www.agencia.ecclesia.pt)

CONHECENDO NOSSA PARÓQUIA

Comunidade Jesus de Nazaré


A Comunidade Jesus de Nazaré surgiu no mês de dezembro de 1990. Tudo começou com um pequeno grupo de pessoas, moradores do Alto Iguaçu, que se reuniam nas casas para fazer encontros de reflexão e novena de natal. Acompanhadas pelo padre Ernesto, começaram a sentir a necessidade de providenciar um local onde pudessem construir uma Igreja para os encontros.
Ao encontrarem um local provisório, passaram a fazer suas celebrações, sempre com muita alegria e animação. Eram também realizados batizados e havia reuniões dos grupos de reflexão. Passado certo tempo, esse mesmo grupo de pessoas, principalmente a Fátima, com o apoio do padre Ernesto, solicitou à Prefeitura que lhes cedesse a área para a construção da igreja. Com muita dificuldade, e persistência de todos, a prefeitura acabou cedendo a tão desejada área.
A primeira construção era de madeira, não suportou os ventos e veio a desmoronar. A comunidade não desanimou e construiu a segunda igreja de madeira, agora um pouco mais resistente. Em 1996, surgiu a catequese que, num primeiro momento, se reunia na própria igrejinha improvisada. Os encontros iniciais eram voltados para crianças da 1ª, 2ª e 3ª etapas. Mais adiante, a catequese foi transferida para a Escola GAME.Hoje, podemos dizer com plena certeza que a Comunidade Jesus de Nazaré surgiu da união de um grupo forte e coeso, que, assessorado pelo padre Ernesto acreditou no povo local e investiu na obra de Deus. A Comunidade Jesus de Nazaré se mantém firme até hoje graças a todos aqueles que se ofereceram espontaneamente, com carinho e amor, dedicando parte de seu trabalho com o objetivo comum: construir o reino de Deus.

SANTO DO MÊS – São Martinho de Tours


A figura do soldado que reparte sua capa com um pobre é uma representação de São Martinho, cujo dia se celebra em 11 de novembro. Tendo vivido entre 316 e 397, nasceu numa família pagã, mas despertou seu interesse pela vida cristã desde os 10 anos de idade, quando se tornou catecúmeno. Passou por importantes momentos até terminar sua vida como Bispo de Tours, na França. Filho de um militar do império romano foi forçado a seguir a carreira no exército, o que, no entanto, não o impediu de permanecer fiel aos seus princípios cristãos vivos em seu interior.
No episódio em que dividiu sua capa com um pobre friorento, ele ainda não era sequer batizado. E na noite seguinte desse gesto, Cristo lhe apareceu vestindo o mesmo manto que ele dera ao homem.
Acabou deixando o exército e, com a direção e ajuda do Bispo Hilário, Martinho tornou-se monge, diácono, fundador do primeiro mosteiro da França e, depois, sacerdote. Diferentemente dos mosteiros orientais, formava os seus "filhos" para a contemplação e ao mesmo tempo para a missão de evangelizar os pagãos. Em 371, tornou-se bispo de Tours, cargo que ocupou por cerca de 26 anos.

GRUPO DE REFLEXÃO: INSTRUMENTO DO EVANGELHO E DA VIDA COMUNITÁRIA

Eu gostaria, por meio deste vitorioso meio de comunicação da Pastoral da Comunicação, difundir uma idéia que é, sem dúvida, muito importante para a igreja: fomentar a criação de grupos de reflexão na paróquia Nossa Senhora Aparecida.
Sei que já existem alguns, mas precisamos ampliar bastante o número desses grupos, que são instrumentos primordiais de evangelização e atingem à população de forma eficaz. Não é à toa que os grupos de reflexão foram escolhidos como prioridade em nossa diocese. Eles não só ajudam no crescimento quantitativo quanto no qualitativo das comunidades.
Esse valioso instrumento entra em contato com as pessoas em suas casas, por isso tem capacidade de atingir aqueles que às vezes estão desanimados e não estão freqüentando a igreja. Além disso, é um grande elo entre os fiéis que, numa comunidade grande, não têm muitas oportunidades de conversar e de conviver amigavelmente.

História, presente e avanços

Como morador de Ipatinga desde 1973, vi a Igreja se desenvolvendo e crescendo aqui. Os instrumentos do grupo de reflexão tiveram papel importantíssimo nesse processo. Ai da Igreja se não fossem eles! A paróquia “Cristo Rei” era imensa, abrangia toda a região onde hoje temos seis atuais paróquias: “Cristo Rei”, “Cristo Libertador”, “Sagrada Família”, “Cristo Redentor”, “Nossa Senhora Aparecida” e “São Geraldo”.
Em 1973, o padre Cícero de Castro ia em todas as comunidades criando grupos de reflexão e formando líderes, que trabalhavam num esforço coletivo para as comunidades de igreja funcionarem. Anos depois chegou o grande padre José Miranda e, mais tarde, padre Hernesto, que deu continuidade a esse trabalho. A história da igreja católica em Ipatinga acompanhou vários desmembramentos de paróquias; algumas delas claramente continuaram dando bastante ênfase aos grupos de reflexão, o que foi muito bom.
Em virtude de tantos benefícios e por acreditar na força evangelizadora dos grupos de reflexão, hoje, vejo a necessidade de darmos um maior impulso e avançarmos no crescimento desse tão importante seguimento da igreja.
Osvaldo Flores de Mendonça
Catequista e membro da Sociedade de São Vicente de Paulo

SÃO PAULO, GRANDE MODELO DE MISSIONÁRIO

Entre junho deste ano e junho de 2009, a Igreja celebra o ano jubilar dedicado a São Paulo. O “Ano Paulino” foi proclamado por Bento XVI a fim de lembrar dessa importante figura do cristianismo. A vida de Paulo oferece bases para uma profunda reflexão sobre nossa vida de fé e de testemunho e a missão desse apóstolo nos leva a pensar sobre nossa própria missão.
O chamado missionário na vida de Paulo ocorre quando ele passava por um caminho e uma forte luz lhe aparece, ofuscando-lhe a vista. Sem poder nada enxergar, cai no chão e só escuta a voz do Senhor a interrogá-lo: “Saulo, Saulo, por que me persegues?” (At 9,4). Este é um momento chave a partir do qual Paulo ganha “novos olhos”: Jesus não é mais somente uma idéia, mas sim alguém muito real, que lhe revela o rosto do Pai, o sentido da vida, o valor do irmão, o projeto de Deus, a sua própria missão... Paulo assumiu a Palavra de Deus, que diz “Ide por todo o mundo e anunciai a Boa Nova!” (Mt 27,19)
Paulo sentia-se devedor ao Evangelho, pois por meio da Boa Nova de Jesus ele havia recomeçado a viver. Justamente por causa disso deu toda sua vida em favor de sua proclamação: “Ai de mim se eu não anunciar o Evangelho!” (1Cor 9,16).

Viagens pelo mundo
Como queria levar essa mensagem a todos os lugares, fez várias viagens missionárias. Paulo viajou pelo mundo afora de navio, a cavalo, a pé… Em suas andanças, fundou várias comunidades e, posteriormente, escreveu-lhes cartas, algumas das quais compuseram os primeiros escritos do Novo Testamento.
No ano 55, querendo visitar a comunidade de Roma, Paulo escreveu informando qual era o objetivo da sua viagem missionária: “comunicar algum dom espiritual” (Rm 1,11); “partilhar a fé que tinham em comum” (Rm 1,12); “colher algum fruto da comunidade” (Rm 1,13).

Apoios e desafios
Teve vários companheiros de missão (Timóteo, Tito, Barnabé, Silvano, Marcos, etc). Mas foi Lucas, “o querido médico” (Cl 4,14), que o acompanhou na maioria das viagens e resgatou sua mensagem no livro dos Atos dos Apóstolos.
Paulo sabia lidar com as diferentes culturas: “para os judeus, fiz-me como os judeus…; para os gentios, tornei-me gentio… para os fracos, tornei-me fraco… Tornei-me tudo para todos. A fim de salvar alguns a todo o custo” (1Cor 9,19-23). Sofreu muito pelo Evangelho (ver a lista de sofrimentos em 2Cor 11,23-29). Foi preso pelo menos três vezes. Por fim, morreu mártir em Roma, no ano 68, sob o imperador Nero.

Exemplo e força
Todos nós, por força do nosso batismo, devemos ser missionários. A Conferência de Aparecida (SP), realizada em maio com bispos de todo o país, lançou um desafio para a Igreja: “todos somos discípulos missionários!”.
Paulo nos ensina que há três pontos importantes para os que vão em missão:
1) O missionário é aquele que vai levar uma boa notícia; não chega de mãos vazias; deve levar a mensagem de Jesus.
2) O missionário é também aquele que partilha a fé e a vida da comunidade.
3) Além disso, o missionário recebe e colhe aquilo que a comunidade tem para oferecer.
Em resumo: dar, partilhar e receber! O ardor missionário postulado pela Conferência de Aparecida e a força da missão de Paulo convidam-nos a refletir sobre o que podemos efetivamente fazer para seguir esse exemplo: que missões devo assumir? Que mudanças devo fazer em minha vida? Como viver e implantar em mim e nas outras pessoas o verdadeiro espírito missionário que transforma este mundo numa grande Casa de Deus?

Elma Guidine – Pastoral litúrgica

CALENDÁRIO PAROQUIAL – NOVEMBRO

01/11 – 13h às 18h - Centro Pastoral – Palestra (Catequese – Com. Jesus de Nazaré)
05/11 – 19h15 - Centro Pastoral – Reunião Coordenadores de Comunidade (Pastoral Catequética)
06/11 –19h30 - Festa de aniversário Grupo de Oração – Com. S.J. Batista
12/11 – 19h30 –Com. Senhor do Bonfim - Confissão Comunitária para os crismandos (nível paroquial)
15/11 – 19h30 - Celebração da Crisma – Com. N.S. Aparecida (Iguaçu)
15 a 20/11 – Confraternização / Encerramento com os catequizandos (todas as comunidades) – horário e local a definir
16/11 – 07h30 às 12h - Momento Celebrativo da EPAC e Coordenadores de Comunidade – Comunidade Menino Jesus
22/11 – Encontro de pais e catequistas em todas as comunidades – horário a definir
23/11 – Aniversário de Padre Morini
24 a 27/11 – Festa da padroeira Nossa Senhora das Graças – Com. Nova Aliança
27/11 – Centro Pastoral Pe. José Miranda – 19h30 - Encontro com as Testemunhas Qualificadas do Matrimônio (Avaliação)29/11 – Confraternização de Natal - Equipe de Liturgia – Com. N.S. Aparecida (Iguaçu) – Local e Horário a definir

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Somos chamados à Missão


Antes de subir ao céu, Jesus ordenou aos apóstolos: “Ide pelo mundo inteiro, pregai o evangelho a todas as criaturas – fazei discípulos todos os povos, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. A função da Igreja, através de todos os batizados, é realizar a missão de Jesus: ser mediadora, ser fiel, encarnada na realidade, doar-se completamente, até o martírio

PASTORAL DA COMUNICAÇÃO REALIZA ENCONTROS DE FORMAÇÃO

A PASCOM (Pastoral da Comunicação) realizou nos dias 23 e 24 de agosto a Oficina de Comunicação Paroquial, ministrado por Kenya Valadares, de Belo Horizonte. A oficina contou com a presença de 25 participantes de diversas pastorais e comunidades e teve como tema Comunicação interna e externa e Planejamento de eventos.

ANIVERSÁRIO DE ORDENAÇÃO SACERDOTAL DE PADRE GERALDO




No dia 24 de agosto, foi celebrada na Matriz do Iguaçu, a Santa Missa em comemoração do nono aniversário de Ordenação Sacerdotal de Padre Geraldo. Na ocasião, estiveram presentes os coroinhas de todas as comunidades.

CONHECENDO NOSSA PARÓQUIA

Comunidade Vila da Paz
Em 1982 já surgia no bairro Cidade Nobre uma pequena vila. Os moradores manifestaram o desejo de partilhar o bem comum, ou seja, o material, social e espiritual. Os primeiros moradores foram Antônio Marinho e sua esposa Terezinha, e a família de Dona Preta. Por considerarem aquele um lugar calmo e tranqüilo, deram-lhe o nome de Vila da Paz.
Iniciaram um trabalho de evangelização junto com os freis Eduardo e Jacy, que encontraram muitas dificuldades, mas não desistiram. Um dos primeiros passos foram as reuniões com algumas pessoas que se colocaram a disposição e começaram a fazer encontros e celebrações nas ruas. Foram contribuintes para construção do reino de Deus: Edson do Nascimento, Cecília, Zinho, Elmo, Conceição, Adelmo e outros.
Entre os anos de 1984 e 1988, chegaram várias famílias, unindo forças a essa construção: Dona Conceição, Maria da Conceição, Amâncio, Narciza, Sônia do Ladico, Fátima, Íris, senhor Zico e família, Genita, Odélia e Adilson que tocavam nas celebrações, e a família do senhor Pedro.
Nessa época reuniam-se nas casas e ruas. Pessoas como Narciza, Sônia, Genita, Conceição, Íris e Maria do Azizo doavam o espaço de suas casas para a reza do Terço, do Ofícios cantado, das reuniões e de outros momentos de vida comunitária. Edson Alves, conhecido como o grande ‘Edinho’, também foi muito importante, bem como outras pessoas que foram chegando e também marcaram presença nesta luta, como; Maria Aparecida Lopes, Aristides e outros. A presença dos sacerdotes Ernesto, Marcelino, Buião, Irany, Sebastião e Máximo também deu grande ânimo e força à Vila da Paz. Nesses anos, conseguiram reunir crianças nas Missas e fizeram o batizado.
Atualmente a comunidade caminha com muita dificuldade, mas tem sempre a graça de contar com ajuda de pessoas de outras comunidades. Estão ao lado e servindo de guias e apoiadores, hoje, os atuais padre Geraldo Reis, frei Raimundo e os seminaristas. Os membros da comunidade Vila da Paz também gostam sempre de lembrar da grande ajuda recebida de padre José Miranda, que hoje se encontra junto de Deus intercedendo por nós.

SANTO DO MÊS:

SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS

(fonte: http://www.comunidadeshalom.org.br/ – texto de Edwiges Moura)

Na noite de dia 02 de janeiro de 1873, nasce em Alençon (França) a nona e última filha do casal Luís Martin e Zélia Guérin. Aos 09 de abril de 1888, entra no Carmelo de Lisieux e morre no dia 30 de setembro de 1897. Em 17 de maio de 1925, Pio XI preside a cerimônia de canonização de Teresinha Martin, na presença de 33 cardeais, 250 bispos e milhares de fiéis. Em 1927, ainda o Papa Pio XI a declara “padroeira principal das Missões em todo universo, em pé de igualdade com S. Francisco Xavier”. Em 1997, a santa da simplicidade foi declarada doutora da Igreja.

Espiritualidade de Santa Teresinha
O Espírito Santo conduziu a jovem Teresa a redescobrir a realidade mais fundamental do Evangelho: Deus é verdadeiramente nosso Pai e nós somos seus filhinhos, e com o Espírito podemos nos dirigir com confiança ao Deus amoroso e cheio de Misericórdia, e falar-lhe como Jesus falava: Abbá, Paizinho! Assim é que, conhecendo a verdadeira face de Deus, Teresinha, cujo “amor a Deus crescera com ela à sombra do claustro, a ponto de se tornar um abismo cuja profundidade não era possível calcular”, se lança com toda liberdade em um caminho marcado acima de tudo pela confiança sem limites no Amor Misericordioso de Deus e nesse caminho entende que a única coisa que vale aos olhos de Deus é o amor: amor a Deus e ao próximo. Nessa via, marcada pela confiança a Deus e abandono à sua Santa Vontade, qualquer pessoa, por mais fraca que fosse, poderia seguir sem se importar em acumular méritos, mas esperando receber tudo de Deus. O importante era viver o dia a dia dando tudo de si para fazer com amor todas as pequenas coisas e serviços que estivessem ao seu alcance, mas reconhecendo-se sempre pequeno e esperando tudo de Deus.

PARÓQUIA REALIZA GRANDE FESTA PARA SUA PADROEIRA

A Paróquia N.S. Aparecida está em clima de festa. A partir do dia 3 iniciarão as atividades em comemoração ao dia da padroeira. Todas as comunidades já se preparam para este grande momento.Este ano, a grande festa tem como tema "Com a mãe Aparecida rumo às Santas Missões Populares" e lema "Não basta conhecer o caminho, temos que trilhá-lo". O grande encontro da paróquia está marcado para o dia 12, no Centro Pastoral Padre José Miranda, no Iguaçu. Neste dia, as atividades iniciarão às 6 horas da manhã, com alvorada. Veja a seguir toda a programação:
Novena e Tríduo

3 a 11/10 - novena nas comunidades (Matriz, Vila da Paz, Chácara Madalena, Alto do Esperança)
9 a 11/10 – Tríduo na Comunidade Esperança em Cristo – Ferroviários

Santa Missa (missas por setores, sem alterar os trabalhos nestas comunidades. Estas missas farão parte de um dia da novena ou tríduo)

07/10 – Matriz
08/10 – Chácara Madalena
09/10 – Alto Esperança
10/10 – Vila da Paz
11/10 – Ferroviários

GRANDE FESTA

6h – Alvorada com banda de música nas ruas do Bairro Iguaçu
7h às 9h – Acolhida – café da manhã partilhado
8h – momento cultural
9h – Abertura Oficial
10h – Santa Missa
12h30 – Carreata saindo do bairro Iguaçu, passando por bairros de Ipatinga;
ATENÇÃO: não será fornecido copo descartável.